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Sistema Somos na UFRJ

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Mais uma instituição implementou a plataforma Somos. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) adotou a solução desenvolvida pela Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica (CTIT) da UFMG, que disponibiliza diversas informações acadêmicas. Pelo sistema, é possível identificar pesquisadores, suas especialidades e produções científicas e bibliográficas, além de indicadores da instituição e informações sobre patentes, unidades, departamentos, infraestrutura de laboratórios, entre outros dados.

A Universidade transferiu o direito de comercialização do produto para a Fundep. Esse trabalho é conduzido pela Gerência de Negócios e Parcerias (GNP) da Fundação, que tem levado a tecnologia para diversos centros de ensino superior e pesquisa. O sistema é customizado de acordo com as especificidades e necessidades de cada organização. “O Somos tem despertado o interesse de várias instituições, pois ter o mapeamento de suas competências disponibilizado de modo livre e de fácil acesso potencializa a interação do âmbito privado, podendo promover cooperações técnicas e parcerias. Por exemplo, uma empresa ou indústria com demanda específica de inovação pode encontrar, por meio do sistema, um pesquisador que a atenda e fazer contato direto”, conta a gerente de Negócios e Parcerias, Eloiza Aguiar Ferreira. Segundo ela, o Somos está ganhando repercussão nacional e se consolidando com uma importante plataforma de auxílio à inovação.

De acordo com o diretor de Desenvolvimento Institucional da Fundep, professor Pedro Guatimosim Vidigal, na própria Fundação, os analistas utilizam essa tecnologia para fazer mapeamentos para atender os coordenadores e projetos e a parceria com o Somos é um privilégio. “A Fundep contribui não somente na disseminação e distribuição dessa excelente tecnologia desenvolvida na UFMG, mas também para a evolução da plataforma. Vale ressaltar que o Somos passa por aprimoramentos constantes”, diz o professor, explicando que a Gerência de Tecnologia da Informação (Getin) é responsável pelo gerenciamento operacional do sistema junto às instituições que a adquirem.

Adesão da UFRJ

O lançamento do Somos UFRJ foi realizado dia 24 de junho, na Cidade Universitária, no Rio de Janeiro. Da UFRJ, participaram da cerimônia o reitor Carlos Antônio Levi da Conceição, o vice-reitor Antônio José Ledo Alves da Cunha, o coordenador da Agência UFRJ de Inovação Ricardo Silva Pereira e a pró-reitora de Pós-graduação e Pesquisa Debora Foguel.

Também marcaram presença no lançamento representantes da Fundep – o analista de Negócios e Parcerias Leonardo Esteves e o professor Pedro Guatimosim Vidigal -, e da UFMG – o professor Ado Jorio de Vasconcelos, um dos idealizadores da tecnologia; a coordenadora geral da CTIT, Juliana Correa Crepalde; e o diretor da CTIT, professor Gilberto Medeiros.

Para Leonardo Esteves, a comercialização do Somos é uma oportunidade de projetar a Fundep no âmbito nacional e participar do evento foi gratificante. “É possível perceber a satisfação de todos com o funcionamento da plataforma e os benefícios que ela proporciona. O Somos é, realmente, um sucesso, pois é um produto diferenciado no mercado”, afirma.

Para Gilberto Medeiros, o fato de a UFRJ adquirir uma tecnologia desenvolvida pela UFMG é motivo de orgulho. “É importante saber que uma grande universidade adotou uma solução desenvolvida pela UFMG pela usabilidade, facilidade e rapidez de busca de dados”, comenta. O professor Ado Jorio reitera o valor do sistema, que “melhora a gestão do conhecimento e está ganhando abrangência nacional”.

Da UFMG para todo o país

Além da UFRJ, atualmente, também contam com o Somos: o Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet MG); o Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG); o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT); as Universidades Estaduais de Campinas (Unicamp), Paulista (Unesp); e Universidades Federais de Itajubá (Unifei), de Juiz de Fora (UFJF) e de São Carlos (Ufscar).

O reitor Jaime Ramírez confirma que “por meio do Somos, é possível mapear as competências em pesquisa e desenvolvimento tecnológico, o que favorece as interações entre o conhecimento e o setor produtivo”. Segundo ele, as universidades públicas brasileiras têm um importante papel no desenvolvimento, transferência e aplicação de inovações tecnológicas. “Temos uma responsabilidade com a cultura da inovação em nosso país”, destaca.