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O jovem e a pesquisa

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No final do ano passado, a Fundep foi convidada para participar do V Seminário de Iniciação Cientifica Júnior. Promovido pela Fundação de Ensino de Contagem (Funec), o evento teve o objetivo de discutir a relevância da produção científica no nível básico de educação. O debate gerou visibilidade para os mais de 40 projetos desenvolvidos pelos alunos da instituição nos últimos três anos.

“Esse encontro é muito importante porque, além de permitir a troca de experiências entre orientandos e orientadores, que expõem os resultados de suas pesquisas, também contribui para a educação científica e tecnológica dos estudantes do nível médio, desenvolvendo neles atitudes, habilidades e valores necessários à cultura científica”, avalia a diretora de Educação, Pesquisa e Extensão da Funec, professora Maria Cristina Macedo Diniz.

A Fundep marcou presença na abertura do Seminário. “Ressaltamos a importância e a experiência da Fundação no gerenciamento administrativo-financeiro de projetos das instituições apoiadas, especialmente da UFMG. Enfatizamos, também, a parceria entre a Fundep, Fapemig e Funec, que gera um envolvimento significativo dos alunos nas pesquisas e a bolsa é um dos estímulos para o trabalho científico”, informa Marcos Mardem de Almeida Júnior, da Gerência de Atendimento a Projetos Fapemig.

O Programa de Bolsas de Iniciação Científica Júnior da Fapemig destina-se a estudantes dos níveis Fundamental, Médio e da Educação Profissional das escolas públicas municipais, estaduais e federais de Minas, que queiram atuar em atividades de pesquisa em Entidades Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ECTIs) do Estado.

A atuação da Fundep na gestão do Programa de Bolsas de Iniciação Científica Júnior da Fapemig teve início em 2009. ?Essa iniciativa apresenta a oportunidade e o incentivo que os alunos têm para a realização de pesquisas acadêmicas ainda no Ensino Médio?, comenta Marcos Mardem.

Funec e Fundep como incentivadoras

A produção científica da Funec tem chamado a atenção não apenas pela quantidade, mas, sobretudo pela qualidade dos projetos. Desde 2013, a instituição reorganizou a Comissão de Iniciação Científica e reforçou o investimento na área, passando a realizar seminários internos e estimular a participação de alunos e orientadores em eventos estaduais e nacionais. Em função do aumento do interesse na pesquisa, foi implantada uma cota de 15 bolsas de iniciação científica júnior.

Na visão do presidente da Funec, Hugo Vilaça, um dos grandes diferenciais da instituição é dar suporte e oportunidade para que os alunos realizem iniciação científica ainda no Ensino Médio. “Ver a realização desses projetos motivou muito a minha gestão, pois percebi o grande envolvimento que os alunos, servidores e professores têm com suas pesquisas e estudos. Prova disso foi o sucesso da Funec na terceira edição da Feira Brasileira de Colégios de Aplicação e Escolas Técnicas (Febrat), em que fomos a maior delegação do evento e ainda ganhamos três prêmios pela excelência dos trabalhos”, afirma Vilaça.

“A Fundep, como parceira da Funec na condução do programa de bolsas dos jovens pesquisadores, se sente orgulhosa com a relevância que o tema ganhou no âmbito da instituição de ensino. Em 2016 e nos próximos anos, nossa expectativa é continuar gerenciando o Programa de Bolsas de Iniciação Científica Júnior da Fapemig e, assim, incentivar cada vez mais os jovens estudantes a se interessarem por pesquisas acadêmicas – um empreendimento que traz ótimos frutos para a sociedade”, ressalta Marcos Mardem.

A Funec, por sua vez, pretende, cada vez mais, fortalecer as ações direcionadas à pesquisa científica e projetos de extensão. “A Fundep é uma grande parceira na execução do Programa, administrando com eficiência os nossos projetos de pesquisa. Para nós, é absolutamente tranquilizador ter o acompanhamento criterioso e competente da Fundação no que se refere às exigências da Fapemig para a execução das iniciativas. Com a gestão administrativo-financeira da Fundep, a Funec pode se debruçar sobre o desenvolvimento de seus projetos”, conclui a professora Cristina.