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A história do Presépio do Pipiripau

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A criação do complexo centenário artístico do Presépio do Pipiripau, localizado no Museu de História Natural de Jardim Botânico (MHNJB) da UFMG, se tornou história de cinema.

O filme “Pipiripau: o mundo de Raimundo”, do diretor Aluizio Salles Junior, em um misto de documentário e ficção, conta a trajetória da realização de um sonho do dedicado artesão Raimundo Machado (1894-1988), que construiu as obras compostas por cenas móveis que narram o nascimento, vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo.

O presépio foi iniciado em 1906, quando Raimundo, então com 12 anos, colocou a imagem do Menino Jesus em uma caixinha de sapatos forrada de musgos e cabelos de milho. Ao longo do tempo, o artista foi acrescentando personagens e novas cenas, dando ao presépio vida e movimento, lançando mão dos recursos tecnológicos de que dispunha. O Pipiripau foi doado à UFMG em 1976 e tombado pelo patrimônio histórico nacional em 1984.

O longa-metragem da história do presépio contada pelo próprio autor está em cartaz no Memorial Minas Gerais Vale até o dia 31 de julho. Acesse o site do museu e veja a programação. As sessões são gratuitas.

Clique aqui e confira o trailer.

Restauração

Considerado uma das obras mais importantes do artesanato popular de Belo Horizonte, o presépio está temporariamente fechado ao público para uma grande reforma. A Fundep é a gestora administrativo-financeira do projeto de revitalização. O Jornal da Fundep já apresentou uma matéria sobre a reforma e a história do Presépio. Veja aqui.